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Gaiser e Hawtin se sobressaem na parte 1 dos 12 an...

Gaiser e Hawtin se sobressaem na parte 1 dos 12 anos.

Como em um jogo de futebol, “ganhou a noite” quem realmente entendeu a importância de uma data de aniversário para um club como o Warung, Gaiser e Hawtin foram impecáveis e pouco aliviaram em noite de explosão no Inside.

Chegamos cedo para acompanhar os warm ups nacionais de artistas que admiramos muito. O b2b prolongado de Aninha com Albuquerque só mostrou porque cada vez mais o club deve investir nesses formatos entre os Savages, não só funcionou como já incendiava a pista com a acelerada que a dupla deu ao fim da apresentação. Dai em diante, pouco podemos falar, porque em algumas raras ocasiões, é extremamente difícil de transformar em palavras os momentos que o palco Inside viveu. Gaiser subiu ao palco em uma noite inspirada, esbanjou técnica e, vejam só, derrubou a expectativa pela entrada de Richie, tamanha qualidade de sua apresentação. O Mago entrou e correspondeu as gigantes expectativas por conta de sua apresentação. Hawtin conhece o club desde 2008 e parece ter entendido muito bem o que o público espera de uma noite de comemorações. Intenso como poucos artistas no ano, Hawtin surpreendeu em vários momentos da noite e ao final da última track recebeu aplausos prolongados dos fieis.

No Garden, foi o palco que ficamos a maior parte da noite, por conta de uma melhor circulação e uma temperatura bem mais amena, o Inside por muitas vezes permaneceu intransitável. A noite começou com Daniel Kuhnen em um warm up que possuía características sonoras de seu projeto Elekfantz, extremamente agradável durante todo set, Daniel finalizou com o remix de Gui Boratto para a track She Knows, que já levantou a pista. Boghosian assumiu e deu um ar mais sério para o warm up do trio Apollonia, com tracks bastante groovadas o Garden começou a receber bom público e quando os franceses subiram ao palco a pista estava no ponto. Um começo, exatamente dentro do que esperávamos, os primeiros 40 minutos foram extremamente pertinentes para a posição que o trio ocupava no aniversário do Club, som pra frente que chamou a pista pra cima e aumentou ainda mais nossa expectativa para uma apresentação histórica. Fomos frustrados, as próximas 3 horas de apresentação tiveram uma roupagem diferente. Com um set muito morno, Apollonia mostrou ao club tracks excelentes, mas que ao nosso ponto de vista não batia com o horário da apresentação. Resultado? O trio perdeu a mão e consequentemente parte do público também, próximo das 6 horas os bpm’s se aceleraram novamente e a pista voltou a vibrar e dançar. No fim, aplausos justos mas um gostinho de poderia ter sido melhor.

O resultado da noite é excelente e vale-se muito destacar as reformas no club. A entrada ficou muito mais espaçosa, com mais guichês e fluxo mais rápido. O Garden, ganhou uma nova cobertura, 4 ou 5 metros maior que a antiga. Para nós, uma noite de encontros com pessoas que nos passaram uma excelente energia e deixaram a noite marcada em nossos corações. Até dia 15, testemunharemos a história sendo escrita, mais uma vez.

A música conecta as pessoas!


** Escrito com a excelente contribuição de nossos amigos colaboradores.

Fotos: Emerson Touche/ IMAGECARE


Alan Medeiros é publicitário, sócio-fundador do Alataj e nome por trás da Beats n' Lights Management.

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