Guga Roselli é uma peça chave na indústria musical criativa de São Paulo e do Brasil. Já falamos dele por aqui anteriormente nesse bate-papo exclusivo sobre o Marisco, festival anual do Mareh Music, seu núcleo. Seu trabalho frente a projetos como os citados é digno de aplausos, especialmente pela curadoria de ponta que é uma marca registrada de seus eventos. Quando Guga assume a cabine para executar um DJ set, não podíamos esperar algo diferente de uma excelente pesquisa musical. E é exatamente isso que acontece…

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Flutuando entre diferentes estilos, Guga não nega sua paixão pela cultura musical verde e amarela, ao menos não atualmente. “Falar sobre música brasileira é algo que enche meu peito de amor. E pensar que há 10 anos eu me recusava a conhecer mais sobre o assunto…”. Vamos combinar que essa recusa para a cultura musical nacional não é algo que aconteceu somente com Guga, muita gente já passou e ainda passa por isso. Por essa e por outros fatores, diggers gringos varreram boa parte dos nossos principais discos e hoje o mercado de records de brasilidades está superfaturado, principalmente por conta de uma tendência quase que global que olha com muita atenção para os grooves e a assinatura brasileira.

Bom, hoje os tempos são outros e a pesquisa musical de Guga Roselli é bastante direcionada a música brasileira: “Hoje isso já ocupa mais da metade das minhas pesquisas… sorte a nossa que temos aqui pertinho uma imensidão pra descobrir” comenta Roselli. Não por menos nosso curador Ney Faustini lembrou de seu nome o convidou para um mix exclusivo no primeiro Vitrola Radioshow do ano. Com vocês, 42 minutos exclusivos de referências genuinamente brasileiras pelas mãos de Guga:

A música conecta as pessoas!