Storytelling

Cultive encontra caminhos para uma nova jornada

Já faz nove anos que a cidade gaúcha de Garibaldi, tem sua cultura eletrônica fortalecida graças aos esforços e ao legado que o Cultive vem executando na região. Com um visual que parece uma tranquila casa de campo, o clube carrega uma história que reúne grandes nomes do cenário nacional, e que já fizeram de sua pista uma das mais notáveis do eixo eletrônico do sul do país.

Apesar das portas fechadas durante o período de pandemia, o clube permaneceu se reinventando especialmente agora diante da recente flexibilização das medidas restritivas. Sempre com respeito aos protocolos sanitários, o Cultive procurou apresentar um formato diferente de suas pistas clássicas durante esses últimos meses, apostando em uma reestruturação de seu próprio ambiente.

Assim vieram os eventos do Cultive no Quintal, aproveitando o cenário bucólico e agradável que o jardim da casa oferece, com uma bela vista diante de um sunset perfeito para embalar a trilha sonora dos residentes e convidados. Interagindo bons drinks, gastronomia, House Music e um contato fiel com a natureza, a proposta do clube passou a combinar a energia de suas noites com o calor do entardecer, ainda mais agora, que o formato pistão está de volta. E o resultado dos últimos eventos do clube, já confirmam o sucesso desse novo formato.

Na semana passada, o Cultive comemorou seus 9 anos de jornada e 8 anos de laços com a música eletrônica, trazendo um line up à altura da celebração: Renato Ratier, Diogo Accioly, Tarter, Ander, Dbeat, James Camargo e Maurício Berton foram os responsáveis por dirigir a cabine. Com a casa cheia e a energia do público a mil, as 16 horas de festa mostraram que o Cultive e seus fiéis seguidores não perderam a conexão durante o período desafiador da pandemia, muito pelo contrário.

Durante o período de portas fechadas, a casa passou por dificuldades financeiras mas a estreita relação com seu próprio público foi essencial para manter o clube de pé. O passaporte (1 ano de Cultive), foi uma iniciativa de arrecadação de fundos que o clube propôs para manter as despesas durante a pandemia, e a adesão do público foi quase imediata, já que o contribuinte teria direito a um ano de entrada no Cultive a partir da data de reinauguração, o que fortaleceu ainda mais a conexão com sua base de fãs.

Perpetuando a tradição da cultura eletrônica gaúcha, o Cultive  – assim como a Colours e Sunset Sessions – mantém os pilares da Dance Music underground no interior do Rio Grande do Sul, e segue reinventando suas conexões e formatos rumo agora, aos dez anos de história.

A música conecta.