No mesmo ano em que completa 10 anos de carreira, Danee se prepara para anunciar sua nova residência, na verdade, apenas a oficialização de uma parceria que já se perdura por algumas temporadas. Nessa sexta o DJ catarinense sobe ao palco da Trip To Deep para escrever seu nome no hall dos artistas fixos da festa, que nessa edição ainda conta com Hencke (residente e fundador) e o talento de Mari Herzer, artista da Mamba Negra e Nin92wo Records.

Danee possui um perfil profissional que toda festa sonha em ter em um artista residente: carismático, engajado, versátil e sempre muito eficiente no dance floor. Some isso a experiência de 10 anos de pista e você terá um artista plenamente preparado para um warm up ou closing set com a mesma desenvoltura. Ele, que já é residente do detroitbr e recentemente nos concedeu uma entrevista exclusiva sobre sua primeira década de carreira, agora fala sobre sua primeira experiência como DJ profissional na coluna Minha Primeira Gig. Para mais informações sobre a primeira festa da Trip em Outubro, acesse o evento oficial no Facebook. Confira abaixo o depoimento de Danee:

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“O começo de todo DJ é mais ou menos parecido: você se identifica com um gênero na sua juventude, começa a se envolver, frequentar festas do estilo, procurar as músicas, gravar alguns sets caseiros e tocar as faixas para seus amigos ou festas da sua região. Comigo também foi assim, porém quase nenhum amigo gostava de música eletrônica, por isso tentei me envolver com pessoas da cena através da AIMEC e foram eles que me proporcionaram a minha primeira gig. O line up era com DJs convidados e alunos do curso, eram sets de meia hora e formato b2b, dividi os decks com a Ravene Voluz. Ou seja, devo ter virado umas 3 tracks, mas foi suficiente pra considerar uma gig porque era a primeira vez que tocava em público, lembro que consegui mixar tudo no tempo certo, o que me deixou muito feliz! Outra gig que considero a primeira (dai sim, com cachê pago e como atração da noite) foi no Mr. Jack, ao lado do antigo Djunn. A festa estava meio vazia, quem estava lá eram apenas meu irmão e meus amigos – os que não gostavam de música eletrônica – mas foram prestigiar minha primeira apresentação em um club. Esse dia é muito simbólico na história da minha vida…”

A música conecta as pessoas!