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Festivais que não saíram do papel em 2012 e 2013 no Brasil

Dos novos eventos prometidos pela ID&T para o Brasil no ano passado, nada se concretizou ainda: o One Rio, que já deveria ter acontecido em outubro de 2012, foi adiado para data indeterminada; o Mysteryland Brasil, prometido para 2013, ainda não tem nenhuma informação divulgada, o Dirty Dutch então, nunca mais foi citado.
O Ultra Music Festival Brasil, marcado para acontecer em março de 2013, e boatos que traria Swedish House Máfia, foi cancelado sem muitas explicações, mesmo depois de duas edições de sucesso em 2010 e 2011.

No dia 18.03.2013 a Dream Factory e a Advanced Music, responsáveis pela produção do Sónar São Paulo, anunciaram o cancelamento do evento que teve sua primeira edição em 2012 espelhando o formato e tamanho do evento original de Barcelona.
Outro festival conhecido pelos curitibanos e que teve seu fim decretado foi a Tribaltech , segundo os organizadores, em 2013 eles se dedicariam a um novo projeto, muito maior. Até o momento a T2, responsável pela Tribaltech, anunciou o festival Tribe Club em parceria com a Tribe, e que já conta com nomes como o de Amine Edge, Format B e D-Nox.

Além dos festivais tivemos rumores que o Space B. Camboriú foi fechada. A primeira franquia da Space nas Américas, e apresentada para o público em um evento no Parador Beach Club no ano de 2011, não sobreviveu ao inverno catarinense, à página da Space BC não existe mais, a placa com a logo já foi retirada e o espaço está completamente abandonado.

Muitos culpam a dificuldade de captação de patrocínios como o Sónar SP que em 2012 teve o patrocínio das marcas, Doritos e Samsung, e que não foram renovados para o ano de 2013, o que resultou no cancelamento do evento.

Ao contrario dos citados acima, os festivais Kaballah, XXXperience, Tribe e Universo Paralello estão em plena expansão, eles não depende de mega patrocínios para sobreviver, consegue montar evento com uma grande estrutura além de grandes nomes da cena eletrônica e fechar a conta toda sem um mega patrocínio.

Qual a opinião de vocês? Mercado em crise? Alguns festivais só pensam no lucro?

Via Groove Sounds


Alan Medeiros é publicitário, sócio-fundador do Alataj e nome por trás da Beats n’ Lights Management.

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