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Brasil no ADE: Copini tocará na programação noturna do festival

Após uma certa pressão sobre os governantes locais para a confirmação ou não do Amsterdam Dance Event de 2021, boas novas finalmente vieram: o evento está confirmado. Mas, se para muitos no mundo isso representa bons presságios sobre o que aparenta ser o controle e fim da pandemia, para outros, vai além do sentimento positivo inquestionável ao ver um evento desse porte se confirmar. Isso porque, ter seu nome estampado em um flyer de uma festa dentro do evento não é algo tão simples assim, mas, acredite, com bastante trabalho, é sim possível.

Além de alguns personagens primordiais no quesito representatividade em solo gringo como ANNA, Wehbba e TERR, esse ano, o ADE, qtambém receberá o estreante Copini. Após quase dois anos de desafios, o jovem produtor do interior do Paraná, colhe mais frutos de prosperidade em sua carreira. Convidado pela gravadora Coldharbour Black, de Markus Schulz, ele firma um relacionamento que tem sido construído gradativamente desde sua estreia com o EP Open Your Eyes, em 2020. Esse ano, mais precisamente em Junho, o artista brasileiro retornou ao selo com “Lost”, uma das faixas mais ouvidas do seu perfil no Beatport.

Agora o ainda jovem artista se prepara para dar um passo que pode mudar ainda mais o rumo das coisas para ele. A gig no Melkweg Amsterdam, ao lado de D72, Daxson, Fisherman e Nifra, rolará no dia 13 de outubro. Por aqui, a gente deseja boa sorte ao artista e ao time brasileiro que nos representará neste, que é o maior evento de música eletrônica do mundo.

“Essa confirmação representa uma recompensa muito grande por imaginar, acreditar e trabalhar. Eu já morei em Amsterdam em 2017 onde fiz curso de produção musical no SAE Institute. Nessa época, eu ia quase toda semana pra Melkweg, sempre foi um dos meus clubs favoritos, via grandes artistas e me imaginava tocando lá um dia, mas num futuro bem distante… estar confirmado 4 anos depois não estava nem nos meus maiores sonhos”, revela o DJ, que passou por momentos muito difíceis até chegar aqui. “Me dediquei muito nesses 4 anos, com muito amor sempre, mesmo tendo momentos em que pensei em desistir, alguma coisa me puxava de volta pro estúdio, horas e horas por dia, sem nenhum retorno, às vezes perdia todo o sentido, mas depois de uma notícia dessas, só me faz querer ir ainda mais longe”.

E tem mais Brasil

Vale destacar que, além de Copini, tem outros artistas brasileiros que irão levantar a bandeira verde e amarela por lá, como é o caso de Raphael Piperno, escalado para o showcase da Complexed Records, gravadora de Drumcomplex, por onde já teve a oportunidade de lançar no passado.

A música conecta.