Há algumas semanas, a BOMA anunciou a programação completa de seu Carnaval 2026 no Rio de Janeiro, consolidando um dos projetos mais fortes da música eletrônica já realizados no país durante o período. Entre os dias 13 e 21 de fevereiro, a marca promove seis eventos no Museu do Amanhã, reunindo alguns dos principais nomes da cena eletrônica global e nacional em uma agenda que dialoga com diferentes vertentes da dance music, passando pelo house, afro house, melodic techno e além.
A abertura da programação acontece em 13 de fevereiro, com Jamie Jones liderando uma noite dedicada às diferentes linguagens da house music, acompanhado por Adam Ten b2b Mita Gami, Miguelle & Tons e GIU. No dia 14 de fevereiro, a festa recebe novamente Black Coffee, que comanda uma noite voltada ao afro house e aos grooves contemporâneos, ao lado de Ahmed Spins, Carlita, Bhaskar, Jackson, Malive e Unfazed.
A agenda segue no dia 16 de fevereiro com Mochakk e Dennis Cruz na linha de frente, além de uma apresentação especial de Bob Moses em formato club set, acompanhados por OsGemeos e Halfcab. Já em 17 de fevereiro, a programação assume contornos mais melódicos com o retorno dos duos ARTBAT e CamelPhat, que dividem a noite com LP Giobbi, Departamento e Tato.
Na Sexta das Campeãs, em 20 de fevereiro, o destaque fica por conta de Vintage Culture, que se apresenta em casa ao lado do WhoMadeWho, em um hybrid DJ set que combina performance ao vivo e mixagem. A noite conta ainda com a revelação OMRI., Eli Iwasa e Doozie. O encerramento da programação acontece em 21 de fevereiro, em colaboração com a label Dawn Patrol, com os anfitriões Maz e Antdot recebendo o dinamarquês Kölsch, além de Riascode e Bakka.
Todos os eventos acontecem no Museu do Amanhã, um dos cartões-postais mais emblemáticos do Rio de Janeiro, que vem se consolidando como espaço recorrente para grandes eventos de música eletrônica na cidade. A escolha do local reflete uma mudança clara no comportamento do público, que passa a valorizar experiências onde música, arquitetura, ambiente e serviço estejam em sintonia. Ao ocupar o Museu durante todo o Carnaval, a BOMA reforça sua proposta de criar vivências completas, nas quais o espaço deixa de ser apenas cenário e passa a integrar ativamente a narrativa do evento.