Brian Harrison e Martin Kasall formam a dupla Brigado Crew. Com lançamentos por gravadoras do calibre de Diynamic, Suara, Suruba Records e Sudam, eles tem se destacado entre os novos nomes da música eletrônica na Argentina e mostram ter fôlego de sobra para ir muito mais além.

Um fato curioso na história desses dois jovens é a origem do nome do projeto. Brigado é proveniente de “obrigado”, palavra da língua portuguesa que nós conhecemos muito bem. A escolha do nome reflete a crença do duo em manter-se grato por todas as belezas e oportunidades que a vida oferece. A segunda palavra, Crew, foi escolhida pela fusão de dois artistas em apenas um nome, formando uma equipe que trabalha e planeja seus objetivos verdadeiramente em conjunto.

Esse fim de semana eles saem de Buenos Aires e aterrizam em terras brasileiras para três shows. O primeiro deles rola em São Paulo no D-EDGE, sexta-feira. Sábado (5) é tempo de diversão em Santa Maria, no preview do aniversário da Sunset Sessions. Por fim, eles encerram a tour no dia 12 em Porto Alegre na festa Sweet Bass. Aproveitamos a passagem da dupla por aqui e perguntamos a Brian e Martin como foi a primeira experiência profissional deles como Brigado Crew. Confira:

A imagem pode conter: 2 pessoas, pessoas em pé e óculos de sol

Com a palavra, Brigado Crew:

A primeira vez que tocamos juntos foi fantástico. A propósito, começamos a produzir música antes de tocarmos em clubes, uns 5/6 meses antes. Então, quando começamos a tocar estávamos mais confiantes um com o outro e isso tornou tudo mais fácil.

Hoje em dia, sempre que tocamos, nos sentimos ”ansiosos”, achamos que todo DJ sente a mesma pressão, as primeiras três faixas desse momento são mágicas. Nossa primeira gig foi em Setembro, há 3 anos atrás, em uma cidade chamada Pinamar (500km de Buenos Aires). Muitas coisas mudaram desde aquela época, lembramos que naquela gig nós costumávamos tocar tech house.

Atualmente estamos 100% focados no som house/techno com adição de elementos étnicos sobre ele. Adoramos criar uma história quando tocamos, começando com algumas faixas viajantes, passando para uma atmosfera house mais antiga, depois algum poder do techno e acabando com algumas produções de techno melódico. Também gostamos de incluir algumas vozes “afro” ou faixas de “afro house” para dar esse tipo de “groove” e fazer as pessoas dançarem.

Nós estamos maiores do que quando começamos, mas achamos que um artista nunca para de aprender, então ficamos sempre em busca de novos sons e coisas a serem aplicadas em nossos sets para melhorar e levar as pessoas à nossa viagem.”

A música conecta as pessoas!