On Air #007 – Aninha

1. Bem Aninha, para começar gostaríamos de saber como surgiu o interesse pela profissão de DJ e qual foi a primeira vez que você discotecou?

O interesse era apenas pela arte de discotecar e não pela profissão em si. Era final dos anos 90 quando eu comecei a frequentar as festas de música eletrônica e conhecer os artistas. Minha primeira vez discotecando foi em 2000 na casa de amigos. Como profissional em 2002.

2. Quais eram as referências da época para você? E hoje, quem te inspira?

As referências eram artistas brasileiros como Mau Mau, Renato Lopes, Denise, Erik Caramelo. Poucos ou quase nada de gringos de house nessa época em SC, era mais trance e techno. Hoje o que me inspira é a vida. As sensações que ela me traz refletem em tudo aquilo que faço.

3. Algumas apresentações suas na abertura da pista do Warung ficaram marcadas para sempre pelos fãs da boa música, como você enxerga a importância do warm up?

O warm up é o ponto de partida, o termômetro da festa e a porta de entrada de toda a atmosfera da noite. Ele é importante para uns, chato para outros. Vai do grau de entendimento de cada um para a totalidade da obra (a festa).

4. Como surgiu a 24Bit? Foi uma ideia de negócio ou uma necessidade do momento para você?

A 24bit Management surgiu da necessidade que tínhamos de sermos livres e de fazermos as coisas do nosso jeito. Somos em 3 sócias (Eu, Fernanda Paludo e Priscila Prestes) e, acreditamos muito no talento do nosso grupo, e é claro, no amor que sentimos pelo nosso trabalho.

5. Como é conciliar a vida de empresária e artista? Tem sido tranquilo para você?

Tranquilo não é, porque eu não paro! Mas é um prazer trabalhar com as coisas que você ama. Além de empresária, dj e produtora, consigo separar um tempo para a vida pessoal (sempre importante).

6. Sabemos que você já tocou e trabalhou com grandes talentos, do seu ponto de vista, qual o nome brasileiro que surge como grande promessa nessa nova cena?

Além dos nossos artistas Dashdot, Fabø e HNQO, o Dake e os meninos do DoNeck são ótimos!

7. Para encerrar, qual o seu conselho que você daria a quem deseja trabalhar no ramo da musica eletrônica?

Bom, todo trabalho deve ser feito de forma séria e honesta, na música eletrônica não será diferente. Seja ousado, acredite em você e tenha foco!

Aninha nas redes sociais: Facebook / Soundclound / You Tube


Alan Medeiros é publicitário, sócio-fundador do Alataj e nome por trás da Beats n' Lights Management.

RELATED POST

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

INSTAGRAM
SIGA-NOS