As perguntas foram respondidas pelo Guilherme Borges, um dos fundadores do Rio Music Conference.

1. A cena nacional da e-music brasileira vem tendo um crescimento significativo nos últimos anos, profissionalismo nas produções, clubs de sucesso e DJs sendo finalmente reconhecidos, como vocês enxergam o futuro da e-music no Brasil?
R: As bases para o crescimento já foram criadas e o que tem acontecido agora é uma evolução decorrente disso. Excelentes produtores, promotores de eventos e um público cada vez mais buscando novidades e boa música. A e-music estará presente, sem dúvida, em toda a programação de entretenimento nos próximos anos.

2. Dentre os DJs da cena nacional, a RMC pode destacar algum que na opinião de vocês em breve estará tocando nos melhores clubs do mundo?
R: Um não, mas vários. O interesse do mercado internacional pelos produtores brasileiros tem sido cada vez maior e um grande sinal disso é a delegação confirmada de estrangeiros na próxima edição nacional do RMC em 2013. Tivemos um crescimento de 300% no credenciamento internacional.

3. Históricamente a e-music sempre esteve ligado ao uso de drogas sintéticas, com o passar dos anos essa associação diminuiu, mas ainda está presente, existe alguma possibilidade de conscientização para os jovens que entram no universo eletrônico agora?
R: O início de qualquer movimento cultural é sempre cercado de dúvidas e boatos. Foi assim com o samba, bossa nova, rock’n roll e também foi com a e-music. Os jovens estão mais conscientes de um modo geral, já que tem muito mais informação do que as gerações passadas.

4. Na opinião da equipe da RMC quais são os grandes djs e produtores que se destacaram em 2012?
R: Vamos esperar a segunda edição do prêmio RMC para conhecer a opinião do mercado sobre isso. 😉
Abraço!
Equipe RMC.