O Amsterdam Dance Event (ADE) é reconhecido como um dos principais encontros profissionais da música eletrônica no mundo. Durante cinco dias, artistas, managers, agentes, gravadoras e representantes de clubs e festivais se reúnem em Amsterdã para discutir negócios, apresentar projetos e estabelecer novas relações. Muitas dessas conversas acabam se refletindo, meses depois, em turnês, parcerias e novos nomes nos lineups ao redor do mundo. É nesse contexto que a Dance Art participa do encontro entre os dias 21 e 25 de outubro, representada pelos sócios Jonathan Posso e Guilherme Ratier.

Fundada no final de 2025, a Dance Art reúne profissionais com experiência em diferentes áreas do mercado, da gestão de carreiras ao booking e à operação de alguns dos principais clubs brasileiros. Seu casting inclui nomes como Ratier e outros grandes artistas da música eletrônica nacional de diferentes gerações e vertentes. A agência também mantém uma relação próxima com os projetos de Renato Ratier, conexão que abre perspectivas interessantes para a chegada de novos artistas internacionais ao Brasil.
“O Ratier construiu, durante décadas, uma relação muito forte com o mercado internacional, trazendo grandes artistas para o Brasil e criando conexões que permanecem até hoje. Eu também venho construindo meu próprio relacionamento internacional nos últimos anos, principalmente através do trabalho que fiz com as carreiras do Classmatic e do Beltran. Isso nos coloca hoje em uma posição muito confortável para sentar à mesa e conversar com praticamente todo mundo”, explica Jonathan Posso.
A proximidade com as filiais do D-EDGE e o Surreal Park é um ponto especialmente interessante, pois uma parte da programação dos clubs começa nessas conversas e intermediações meses antes. Um dos objetivos da Dance Art no ADE é, justamente, estreitar relações com agências e managers para trazer novos artistas ao país. A aproximação com agências e managers internacionais pode ampliar o acesso a artistas que ainda não se apresentaram no Brasil ou que têm pouca presença no circuito nacional.
“Queremos aproveitar esse ambiente para apresentar e discutir os projetos que estamos desenvolvendo dentro da Dance Art. O ADE é um lugar importante para entender os movimentos do mercado e posicionar a agência dentro desse ecossistema internacional. Nosso principal objetivo é fortalecer relações, encontrar pessoalmente parceiros com quem já trabalhamos e, principalmente, criar novas conexões”, adiciona Guilherme Ratier.
A participação da Dance Art no ADE também coloca em perspectiva o movimento inverso: a possibilidade de ampliar a presença internacional dos artistas hoje representados pela agência. Entre negociações de bookings, novos contatos e projetos em desenvolvimento, o encontro pode abrir oportunidades tanto para a programação brasileira quanto para a presença de seus artistas em outros mercados.